sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Sabia que a caixa com a areia do gato podia virar a qualquer hora. E bem por cima dela. Mas já a havia carregado outras vezes. Da área de serviço pro camburão de lixo lá em baixo. Verdade que nunca fora tão pesada como agora. Talvez por isso, achasse que tinha força.


Dessa vez, não sabia se por estar com mais nojo das fezes ou por preguiça mesmo, estava receosa com o conteúdo. E resolveu deixar a caixa ali, no canto.


Alguém na certa a levaria.

Um comentário:

André Pinheiro disse...

Genial!!! Muito bom mesmo Nanda. Parabéns!
Merece um vale-transporte!